Campanha R10 MILHÕES!!!! Em 2013 na Jornada Mundial da Juventude queremos 10 milhões de jovens no Rio de Janeiro!!!!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Chamados à Santidade

AUDIÊNCIA GERAL DO PAPA BENTO XVI

SOBRE A SANTIDADE


                                                                






          
 Queridos irmãos e irmãs,




Nas Audiências gerais destes últimos dois anos acompanharam-nos as figuras de tantos Santos e Santas: aprendemos a conhecê-los mais de perto e a compreender que toda a história da Igreja está marcada por estes homens e mulheres que com a sua fé, caridade, e com a sua vida foram faróis para tantas gerações, e são-no também para nós. Os Santos manifestam de diversas formas a presença poderosa e transformadora do Ressuscitado; deixaram que Cristo se apoderasse tão plenamente da sua vida que puderam afirmar com são Paulo: «já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim» (Gl 2, 20). Seguir o seu exemplo, recorrer à sua intercessão, entrar em comunhão com eles, «une-nos a Cristo, do qual, como da Fonte e da Cabeça, promana toda a graça e toda a vida do próprio Povo de Deus» (Con. Ec. Vat. II, Const. Dogm. Lumen gentium, 50). No final desta série de catequeses, gostaria então de oferecer alguns pensamentos sobre o que é a santidade.
Que significa ser santos? Quem é chamado a ser santo? Com frequência somos levados a pensar ainda que a santidade é uma meta reservada a poucos eleitos. São Paulo, ao contrário, fala do grande desígnio de Deus e afirma: «N'Ele — Cristo — (Deus) escolheu-nos antes da criação do mundo para sermos santos e imaculados diante d'Ele na caridade» (Ef 1, 4). E fala de todos nós. No centro do desígnio divino está Cristo. No qual Deus mostra o seu Rosto: o Mistério escondido nos séculos revelou-se em plenitude no Verbo que se fez homem. E Paulo depois diz: «De facto, aprouve a Deus que nele habite toda a plenitude» (Cl 1, 19). Em Cristo o Deus vivente tornou-se próximo, visível, audível, palpável para que todos possam beneficiar da sua plenitude de graça e de verdade (cf. Jo 1, 14-16). Por isso, toda a existência cristã conhece uma única lei suprema, aquela que são Paulo expressa numa fórmula que recorre em todos os seus escritos: em Cristo Jesus. A santidade, a plenitude da vida cristã não consiste em realizar empreendimentos extraordinários, mas em unir-se a Cristo, em viver os seus mistérios, em fazer nossas as suas atitudes, pensamentos e comportamentos. A medida da santidade é dada pela estatura que Cristo alcança em nós, desde quando, com a força do Espírito Santo, modelamos toda a nossa vida sobre a sua. É ser conformes com Jesus, como afirma são Paulo: «Aqueles que ele conheceu desde sempre, predestinou-os para serem conformes com a imagem do seu Filho» (Rm 8, 29). E santo Agostinho exclama: «Será viva a minha vida toda repleta de Ti» (Confissões, 10, 28). O Concílio Vaticano II, na Constituição sobre a Igreja, fala com clareza da chamada universal à santidade, afirmando que ninguém é excluído dela: «Nos vários géneros de vida e nas várias formas profissionais é praticada uma única santidade por todos os que são movidos pelo Espírito de Deus e... seguem Cristo pobre, humilde e carregando a cruz, para merecer ser partícipes da sua glória» (n. 41).
Mas permanece a questão: como podemos percorrer o caminho da santidade, responder a esta chamada? Posso fazê-lo com as minhas forças? A resposta é clara: uma vida santa não é fruto principalmente do nosso esforço, das nossas acções, porque é Deus, o três vezes Santo (cf. Is 6, 3), que nos torna santos, é a acção do Espírito Santo que nos anima a partir de dentro, é a própria vida de Cristo Ressuscitado que nos é comunicada e que nos transforma. Afirmando mais uma vez com o Concílio Vaticano II: «Os seguidores de Cristo, chamados por Deus não segundo as suas obras, mas segundo o desígnio da sua graça e justificados em Jesus Senhor, no baptismo da fé foram feitos verdadeiramente filhos de Deus e co-participantes da natureza divina, e por isso realmente santos. Por conseguinte, eles devem, com a ajuda de Deus, manter na sua vida e aperfeiçoar a santidade que receberam» (ibid., 40). A santidade tem por conseguinte a sua raiz última na graça baptismal, no sermos enxertados no Mistério pascal de Cristo, com o qual nos é comunicado o seu Espírito, a sua vida de Ressuscitado. São Paulo ressalta de modo muito forte a transformação que a graça baptismal realiza no homem e chega a cunhar uma terminologia nova, forjada com a preposição «com»: co-mortos, co-sepultados, co-vivificados com Cristo; o nosso destino está ligado indissoluvelmente ao seu. «Pelo baptismo — escreve — fomos sepultados com ele na morte para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos... assim também nós possamos caminhar numa vida nova» (Rm 6, 4). Mas Deus respeita sempre a nossa liberdade e pede que aceitemos este dom e vivamos as exigências que ele requer, pede que nos deixemos transformar pela acção do Espírito Santo, conformando a nossa vontade com a vontade de Deus.
Como pode acontecer que o nosso modo de pensar e as nossas acções se tornem pensar e agir com Cristo e de Cristo? Qual é a alma da santidade? De novo o Concílio Vaticano II esclarece; diz-nos que a santidade cristã mais não é do que a caridade plenamente vivida: «"Deus é amor; quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele" (1 Jo 4, 16). Ora, Deus difundiu abundantemente o seu amor nos nossos corações por meio do Espírito Santo, que nos foi doado (cf. Rm 5, 5); por isso o primeiro dom e o mais necessário é a caridade, com a qual amamos Deus acima de todas as coisas e ao próximo por amor a Ele. Mas para que a caridade cresça, como uma boa semente, na alma e nela frutifique, cada fiel deve ouvir de bom grado a palavra de Deus e, com a ajuda da graça, cumprir com as obras a sua vontade, participar frequentemente dos sacramentos, sobretudo da Eucaristia e da sagrada liturgia; aplicar-se constantemente à oração, à abnegação de si mesmo, ao serviço activo dos irmãos e à prática de todas as virtudes. De facto, a caridade, vínculo da perfeição e cumprimento da lei (cf. Cl 3, 14; Rm 13, 10), orienta todos os meios de santificação, dá-lhes forma e condu-los ao seu fim» (Lumen gentium, 42). Talvez também esta linguagem do Concílio Vaticano II para nós ainda seja um pouco solene, talvez tenhamos que dizer as coisas de modo ainda mais simples. O que é essencial? Essencial é nunca deixar passar um domingo sem um encontro com o Cristo Ressuscitado na Eucaristia; isto não é mais um peso, mas é luz para toda a semana. Nunca começar nem terminar um dia sem, pelo menos, um breve contacto com Deus. E, no caminho da nossa vida, seguir as «indicações estradais» que Deus nos comunicou no Decálogo lido com Cristo, que é simplesmente a explicitação do que é a caridade em determinadas situações. Parece-me que esta é a verdadeira simplicidade e a grandeza da vida de santidade: o encontro com o Ressuscitado aos domingos; o contacto com Deus no início e no findar do dia; seguir, nas decisões, as «indicações estradais» que Deus comunicou, que são apenas formas de caridade. «Por isso o verdadeiro discípulo de Cristo caracteriza-se pela caridade para com Deus e para com o próximo» (Lumen gentium, 42). Esta é a verdadeira simplicidade, grandeza e profundidade da vida cristã, do ser santos.
Eis por que santo Agostinho, comentando o capítulo quarto da Primeira Carta de são João, pode afirmar uma coisa corajosa: «Dilige et fac quod vis», «Ama e faz o que queres». E prossegue: «Quando silencias, que seja por amor; quando falas, fala por amor; quando corriges, que seja por amor; quando perdoas, que seja por amor; haja em ti a raiz do amor, porque desta raiz só pode derivar o bem» (7, 8: pl 35). Quem é guiado pelo amor, quem vive a caridade plenamente é guiado por Deus, porque Deus é amor. Assim é válida esta grande palavra: «Dilige et fac quod vis», «Ama e faz o que queres».
Talvez possamos perguntar: podemos nós, com os nossos limites, com a nossa debilidade, tender para tão alto? A Igreja, durante o Ano Litúrgico, convida-nos a fazer memória de uma multidão de Santos, ou seja, daqueles que viveram plenamente a caridade, que souberam amar e seguir Cristo na sua vida quotidiana. Eles dizem-nos que é possível para todos percorrer este caminho. Em todas as épocas da história da Igreja, em qualquer latitude da geografia do mundo, os Santos pertencem a todas as idades e a qualquer estado de vida, são rostos concretos de todos os povos, línguas e nações. E são tipos muito diversos. Na realidade devo dizer que também para a minha fé pessoal muitos santos, não todos, são verdadeiras estrelas no firmamento da história. E gostaria de acrescentar que para mim não só alguns grandes santos que amo e que conheço bem são «indicações estradais», mas precisamente também os santos simples, ou seja as pessoas boas que vejo na minha vida, que nunca serão canonizadas. São pessoas normais, por assim dizer, sem heroísmo visível, mas vejo na sua bondade de todos os dias a verdade da fé. Esta bondade, que maturaram na fé da Igreja, é para mim a apologia do cristianismo mais segura e o sinal de onde se esteja a verdade.
Na comunhão dos Santos, canonizados ou não, que a Igreja vive graças a Cristo em todos os seus membros, nós beneficiamos da sua presença e da sua companhia e cultivamos a firme esperança de poder imitar o seu caminho e partilhar um dia a mesma vida bem-aventurada, a vida eterna.
Queridos amigos, como é grande e bela, e também simples, a vocação cristã vista sob esta luz! Todos somos chamados à santidade: é a própria medida da vida cristã. São Paulo expressa isto mais uma vez com grande intensidade, quando escreve: «Mas, a cada um de nós foi concedida a graça na medida outorgada por Cristo... A uns, Ele constituiu apóstolos, a outros, profetas, a outros, evangelistas, pastores e doutores, para o aperfeiçoamento dos santos, para obra do ministério para a edificação do Corpo de Cristo; até que cheguemos todos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus ao estado de homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo» (Ef 4, 7.11-13). Gostaria de convidar todos a abrir-se à acção do Espírito Santo, que transforma a nossa vida, para sermos também nós como peças do grande mosaico de santidade que Deus vai criando na história, para que o rosto de Cristo resplandeça na plenitude do seu esplendor. Não tenhamos medo de tender para o alto, para as alturas de Deus; não tenhamos medo que Deus nos peça demasiado, mas deixemo-nos guiar em todas as acções quotidianas pela sua Palavra, mesmo se nos sentimos pobres, inadequados, pecadores: será Ele que nos transforma segundo o seu amor. Obrigado.


Saudações
De coração saúdo os peregrinos do Brasil e os portugueses da paróquia de São Martinho do Bispo e da Escola da Lourinhã. Esta vossa peregrinação a Roma seja para todos um encontro com Jesus Cristo, que encha cada vez mais a vossa vida de amor de Deus e do próximo. Sobre as vossas famílias e comunidades desçam abundantes os favores divinos, que, sobre todos invoco, ao dar-vos a Bênção Apostólica.

Fonte: Site do Vaticano

domingo, 14 de agosto de 2011

SOMOS CHAMADOS A AMAR O MUNDO























Somos chamados a amar o mundo. E Deus amou de tal forma o mundo que lhe deu Jesus (cf. Jo 3,16). Hoje, Ele ama de tal forma o mundo que nos dá ao mundo, a ti e a mim, para que sejamos o Seu amor, a Sua compaixão e a Sua presença através de uma vida de oração, de sacrifícios e de entrega. A resposta que Deus espera de ti é que te tornes contemplativo, que sejas contemplativo.

Levemos a palavra de Jesus a sério e sejamos contemplativos no coração do mundo porque, se temos fé, estamos perpetuamente na Sua presença. Pela contemplação a alma bebe diretamente do coração de Deus as graças que a vida ativa está encarregada de distribuir. As nossas vidas devem estar unidas a Cristo vivo que está em nós. Se não vivermos na presença de Deus, não podemos perseverar.

O que é a contemplação? É viver a vida de Jesus. É assim que a compreendo.

Amar Jesus, viver a Sua vida no âmago da nossa e viver a nossa no seio da Sua. A contemplação não ocorre por nos fecharmos num quarto obscuro, mas por permitirmos a Jesus que viva a Sua Paixão, o Seu amor, a Sua humildade em nós, que reze conosco, que esteja conosco e que santifique através de nós. A nossa vida e a nossa contemplação são unas. Não é uma questão de fazer, mas de ser.

De fato, trata-se da plena fruição do nosso espírito pelo Espírito Santo, que derrama em nós a plenitude de Deus e nos envia a toda a Criação como mensagem Sua, pessoal, de amor (cf. Mc 16,15).


Bem aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997)

Pequeno Histórico da Diocese de Penedo - AL

A Diocese de Penedo

        A Diocese de Penedo foi criada a 03 de abril de 1916 pela Bula “Catholicae Ecclesiae Cura” do Papa Bento XV, sendo desmembrada da então Diocese de Alagoas (hoje Arquidiocese de Maceió). Integra, junto com a Arquidiocese de Maceió e a Diocese de Palmeira dos Índios, a Província Eclesiástica de Maceió. Pertence ao Regional Nordeste II da CNBB.


          Com uma superfície de 8.905 Km², é formada pelos municípios de Anadia, Arapiraca, Barra de São Miguel, Belém, Boca da Mata, Campo Alegre, Campo Grande, Coité do Nóia, Coruripe, Craíbas, Feira Grande, Feliz Deserto, Girau do Ponciano, Igreja Nova, Jequiá da Praia, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Limoeiro de Anadia, Maribondo, Olho d`Água Grande, Penedo, Piaçabuçu, Porto Real do Colégio, Roteiro, São Brás, São Miguel dos Campos, São Sebastião, Tanque d`Arca, Taquarana, Teotônio Vilela e Traipu.





NOSSO BISPO ATUAL





sábado, 13 de agosto de 2011

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA A XXVI JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2011



                            MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI 

PARA A XXVI JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 
2011  

 «Enraizados e edificados n’Ele... firmes na fé» (cf. Cl 2, 7).






                  Queridos amigos!

            

Penso com frequência na Jornada Mundial da Juventude de Sidney de 2008. Lá vivemos uma grande festa da fé, durante a qual o Espírito de Deus agiu com força, criando uma comunhão intensa entre os participantes, que vieram de todas as partes do mundo. Aquele encontro, assim como os precedentes, deu frutos abundantes na vida de numerosos jovens e de toda a Igreja. Agora, o nosso olhar dirige-se para a próxima Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em Madrid em Agosto de 2011. Já em 1989, poucos meses antes da histórica derrocada do Muro de Berlim, a peregrinação dos jovens fez etapa na Espanha, em Santiago de Compostela. Agora, num momento em que a Europa tem grande necessidade de reencontrar as suas raízes cristãs, marcamos encontro em Madrid, com o tema: «Enraizados e edificados em Cristo... firmes na fé» (cf. Cl 2, 7). Por conseguinte, convido-vos para este encontro tão importante para a Igreja na Europa e para a Igreja universal. E gostaria que todos os jovens, quer os que compartilham a nossa fé em Jesus Cristo, quer todos os que hesitam, que estão na dúvida ou não crêem n’Ele, possam viver esta experiência, que pode ser decisiva para a vida: a experiência do Senhor Jesus ressuscitado e vivo e do seu amor por todos nós.
Na nascente das vossas maiores aspirações!

1. Em todas as épocas, também nos nossos dias, numerosos jovens sentem o desejo profundo de que as relações entre as pessoas sejam vividas na verdade e na solidariedade. Muitos manifestam a aspiração por construir relacionamentos de amizade autêntica, por conhecer o verdadeiro amor, por fundar uma família unida, por alcançar uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz. Certamente, recordando a minha juventude, sei que estabilidade e segurança não são as questões que ocupam mais a mente dos jovens. Sim, a procura de um posto de trabalho e com ele poder ter uma certeza é um problema grande e urgente, mas ao mesmo tempo a juventude permanece contudo a idade na qual se está em busca da vida maior. Se penso nos meus anos de então: simplesmente não nos queríamos perder na normalidade da vida burguesa. Queríamos o que é grande, novo. Queríamos encontrar a própria vida na sua vastidão e beleza. Certamente, isto dependia também da nossa situação. Durante a ditadura nacional-socialista e durante a guerra nós fomos, por assim dizer, «aprisionados» pelo poder dominante. Por conseguinte, queríamos sair fora para entrar na amplidão das possibilidades do ser homem. Mas penso que, num certo sentido, todas as gerações sentem este impulso de ir além do habitual. Faz parte do ser jovem desejar algo mais do que a vida quotidiana regular de um emprego seguro e sentir o anseio pelo que é realmente grande. Trata-se apenas de um sonho vazio que esvaece quando nos tornamos adultos? Não, o homem é verdadeiramente criado para aquilo que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente. Santo Agostinho tinha razão: o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti. O desejo da vida maior é um sinal do facto que foi Ele quem nos criou, de que temos a Sua «marca». Deus é vida, e por isso todas as criaturas tendem para a vida; de maneira única e especial a pessoa humana, feita à imagem de Deus, aspira pelo amor, pela alegria e pela paz. Compreendemos então que é um contra-senso pretender eliminar Deus para fazer viver o homem! Deus é a fonte da vida; eliminá-lo equivale a separar-se desta fonte e, inevitavelmente, a privar-se da plenitude e da alegria: «De facto, sem o Criador a criatura esvaece» (Conc. Ecum. Vat. II, Const. Gaudium et spes, 36). A cultura actual, nalgumas áreas do mundo, sobretudo no Ocidente, tende a excluir Deus, ou a considerar a fé como um facto privado, sem qualquer relevância para a vida social. Mas o conjunto de valores que estão na base da sociedade provém do Evangelho — como o sentido da dignidade da pessoa, da solidariedade, do trabalho e da família — constata-se uma espécie de «eclipse de Deus», uma certa amnésia, ou até uma verdadeira rejeição do Cristianismo e uma negação do tesouro da fé recebida, com o risco de perder a própria identidade profunda.
Por este motivo, queridos amigos, convido-vos a intensificar o vosso caminho de fé em Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Vós sois o futuro da sociedade e da Igreja! Como escrevia o apóstolo Paulo aos cristãos da cidade de Colossos, é vital ter raízes, bases sólidas! E isto é particularmente verdadeiro hoje, quando muitos não têm pontos de referência estáveis para construir a sua vida, tornando-se assim profundamente inseguros. O relativismo difundido, segundo o qual tudo equivale e não existe verdade alguma, nem qualquer ponto de referência absoluto, não gera a verdadeira liberdade, mas instabilidade, desorientação, conformismo às modas do momento. Vós jovens tendes direito de receber das gerações que vos precedem pontos firmes para fazer as vossas opções e construir a vossa vida, do mesmo modo como uma jovem planta precisa de um sólido apoio para que as raízes cresçam, para se tornar depois uma árvore robusta, capaz de dar fruto.
Enraizados e fundados em Cristo
2. Para ressaltar a importância da fé na vida dos crentes, gostaria de me deter sobre cada uma das três palavras que São Paulo usa nesta sua expressão: «Enraizados e fundados em Cristo... firmes na fé» (cf. Cl 2, 7). Nela podemos ver três imagens: «enraizado» recorda a árvore e as raízes que a alimentam; «fundado» refere-se à construção de uma casa; «firme» evoca o crescimento da força física e moral. Trata-se de imagens muito eloquentes. Antes de as comentar, deve-se observar simplesmente que no texto original as três palavras, sob o ponto de vista gramatical, estão no passivo: isto significa que é o próprio Cristo quem toma a iniciativa de radicar, fundar e tornar firmes os crentes.
A primeira imagem é a da árvore, firmemente plantada no solo através das raízes, que a tornam estável e a alimentam. Sem raízes, seria arrastada pelo vento e morreria. Quais são as nossas raízes? Naturalmente, os pais, a família e a cultura do nosso país, que são uma componente muito importante da nossa identidade. A Bíblia revela outra. O profeta Jeremias escreve: «Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. É como a árvore plantada perto da água, a qual estende as raízes para a corrente; não teme quando vem o calor, a sua folhagem fica sempre verdejante. Não a inquieta a seca de um ano; continua a produzir frutos» (Jr 17, 7-8). Estender as raízes, para o profeta, significa ter confiança em Deus. D’Ele obtemos a nossa vida; sem Ele não poderíamos viver verdadeiramente. «Deus deu-nos a vida eterna, e esta vida está em Seu Filho» (1 Jo 5, 11). O próprio Jesus apresenta-se como nossa vida (cf. Jo 14, 6). Por isso a fé cristã não é só crer em verdades, mas é antes de tudo uma relação pessoal com Jesus Cristo, é o encontro com o Filho de Deus, que dá a toda a existência um novo dinamismo. Quando entramos em relação pessoal com Ele, Cristo revela-nos a nossa identidade e, na sua amizade, a vida cresce e realiza-se em plenitude. Há um momento, quando somos jovens, em que cada um de nós se pergunta: que sentido tem a minha vida, que finalidade, que orientação lhe devo dar? É uma fase fundamental, que pode perturbar o ânimo, às vezes também por muito tempo. Pensa-se no tipo de trabalho a empreender, quais relações sociais estabelecer, que afectos desenvolver... Neste contexto, penso de novo na minha juventude. De certa forma muito cedo tive a consciência de que o Senhor me queria sacerdote. Mais tarde, depois da Guerra, quando no seminário e na universidade eu estava a caminho para esta meta, tive que reconquistar esta certeza. Tive que me perguntar: é este verdadeiramente o meu caminho? É deveras esta a vontade do Senhor para mim? Serei capaz de Lhe permanecer fiel e de estar totalmente disponível para Ele, ao Seu serviço? Uma decisão como esta deve ser também sofrida. Não pode ser de outra forma. Mas depois surgiu a certeza: é bem assim! Sim, o Senhor quer-me, por isso também me dará a força. Ao ouvi-Lo, ao caminhar juntamente com Ele torno-me deveras eu mesmo. Não conta a realização dos meus próprios desejos, mas a Sua vontade. Assim a vida torna-se autêntica.
Tal como as raízes da árvore a mantêm firmemente plantada na terra, também os fundamentos dão à casa uma estabilidade duradoura. Mediante a fé, nós somos fundados em Cristo (cf. Cl 2, 7), como uma casa é construída sobre os fundamentos. Na história sagrada temos numerosos exemplos de santos que edificaram a sua vida sobre a Palavra de Deus. O primeiro foi Abraão. O nosso pai na fé obedeceu a Deus que lhe pedia para deixar a casa paterna a fim de se encaminhar para uma terra desconhecida. «Abraão acreditou em Deus e isso foi-lhe atribuído à conta de justiça e foi chamado amigo de Deus» (Tg 2, 23). Estar fundados em Cristo significa responder concretamente à chamada de Deus, confiando n’Ele e pondo em prática a sua Palavra. O próprio Jesus admoesta os seus discípulos: «Porque me chamais: “Senhor, Senhor” e não fazeis o que Eu digo?» (Lc 6, 46). E, recorrendo à imagem da construção da casa, acrescenta: «todo aquele que vem ter Comigo, escuta as Minhas palavras e as põe em prática, é semelhante a um homem que construiu uma casa: Cavou, aprofundou e assentou os alicerces sobre a rocha. Sobreveio a inundação, a torrente arremessou-se com violência contra aquela casa e não pôde abalá-la por ter sido bem construída» (Lc 6, 47-48).
Queridos amigos, construí a vossa casa sobre a rocha, como o homem que «cavou muito profundamente». Procurai também vós, todos os dias, seguir a Palavra de Cristo. Senti-O como o verdadeiro Amigo com o qual partilhar o caminho da vossa vida. Com Ele ao vosso lado sereis capazes de enfrentar com coragem e esperança as dificuldades, os problemas, também as desilusões e as derrotas. São-vos apresentadas continuamente propostas mais fáceis, mas vós mesmos vos apercebeis que se revelam enganadoras, que não vos dão serenidade e alegria. Só a Palavra de Deus nos indica o caminho autêntico, só a fé que nos foi transmitida é a luz que ilumina o caminho. Acolhei com gratidão este dom espiritual que recebestes das vossas famílias e comprometei-vos a responder com responsabilidade à chamada de Deus, tornando-vos adultos na fé. Não acrediteis em quantos vos dizem que não tendes necessidade dos outros para construir a vossa vida! Ao contrário, apoiai-vos na fé dos vossos familiares, na fé da Igreja, e agradecei ao Senhor por a ter recebido e feito vossa!
Firmes na fé
3. «Enraizados e fundados em Cristo... firmes na fé» (cf. Cl 2, 7). A Carta da qual é tirado este convite, foi escrita por São Paulo para responder a uma necessidade precisa dos cristãos da cidade de Colossos. Com efeito, aquela comunidade estava ameaçada pela influência de determinadas tendências culturais da época, que afastavam os fiéis do Evangelho. O nosso contexto cultural, queridos jovens, tem numerosas analogias com o tempo dos Colossenses daquela época. De facto, há uma forte corrente de pensamento laicista que pretende marginalizar Deus da vida das pessoas e da sociedade, perspectivando e tentando criar um «paraíso» sem Ele. Mas a experiência ensina que o mundo sem Deus se torna um «inferno»: prevalecem os egoísmos, as divisões nas famílias, o ódio entre as pessoas e entre os povos, a falta de amor, de alegria e de esperança. Ao contrário, onde as pessoas e os povos acolhem a presença de Deus, o adoram na verdade e ouvem a sua voz, constrói-se concretamente a civilização do amor, na qual todos são respeitados na sua dignidade, cresce a comunhão, com os frutos que ela dá. Contudo existem cristãos que se deixam seduzir pelo modo de pensar laicista, ou são atraídos por correntes religiosas que afastam da fé em Jesus Cristo. Outros, sem aderir a estas chamadas, simplesmente deixaram esmorecer a sua fé, com inevitáveis consequências negativas a nível moral.
Aos irmãos contagiados por ideias alheias ao Evangelho, o apóstolo Paulo recorda o poder de Cristo morto e ressuscitado. Este mistério é o fundamento da nossa vida, o centro da fé cristã. Todas as filosofias que o ignoram, que o consideram «escândalo» (1 Cor 1, 23), mostram os seus limites diante das grandes perguntas que habitam o coração do homem. Por isso também eu, como Sucessor do apóstolo Pedro, desejo confirmar-vos na fé (cf. Lc 22, 32). Nós cremos firmemente que Jesus Cristo se ofereceu na Cruz para nos doar o seu amor; na sua paixão, carregou os nossos sofrimentos, assumiu sobre si os nossos pecados, obteve-nos o perdão e reconciliou-nos com Deus Pai, abrindo-nos o caminho da vida eterna. Deste modo fomos libertados do que mais entrava a nossa vida: a escravidão do pecado, e podemos amar a todos, até os inimigos, e partilhar este amor com os irmãos mais pobres e em dificuldade.
Queridos amigos, muitas vezes a Cruz assusta-nos, porque parece ser a negação da vida. Na realidade, é o contrário! Ela é o «sim» de Deus ao homem, a expressão máxima do seu amor e a nascente da qual brota a vida eterna. De facto, do coração aberto de Jesus na cruz brotou esta vida divina, sempre disponível para quem aceita erguer os olhos para o Crucificado. Portanto, não posso deixar de vos convidar a aceitar a Cruz de Jesus, sinal do amor de Deus, como fonte de vida nova. Fora de Cristo morto e ressuscitado, não há salvação! Só Ele pode libertar o mundo do mal e fazer crescer o Reino de justiça, de paz e de amor pelo qual todos aspiram.
Crer em Jesus Cristo sem o ver
4. No Evangelho é-nos descrita a experiência de fé do apóstolo Tomé ao acolher o mistério da Cruz e da Ressurreição de Cristo. Tomé faz parte dos Doze apóstolos; seguiu Jesus; foi testemunha directa das suas curas, dos milagres; ouviu as suas palavras; viveu a desorientação perante a sua morte. Na noite de Páscoa o Senhor apareceu aos discípulos, mas Tomé não estava presente, e quando lhe foi contado que Jesus estava vivo e se mostrou, declarou: «Se eu não vir o sinal dos cravos nas Suas mãos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e não meter a mão no Seu lado, não acreditarei» (Jo 20, 25).
Também nós gostaríamos de poder ver Jesus, de poder falar com Ele, de sentir ainda mais forte a sua presença. Hoje para muitos, o acesso a Jesus tornou-se difícil. Circulam tantas imagens de Jesus que se fazem passar por científicas e O privam da sua grandeza, da singularidade da Sua pessoa. Portanto, durante longos anos de estudo e meditação, maturou em mim o pensamento de transmitir um pouco do meu encontro pessoal com Jesus num livro: quase para ajudar a ver, a ouvir, a tocar o Senhor, no qual Deus veio ao nosso encontro para se dar a conhecer. De facto, o próprio Jesus aparecendo de novo aos discípulos depois de oito dias, diz a Tomé: «Chega aqui o teu dedo e vê as Minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no Meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente» (Jo 20, 27). Também nós temos a possibilidade de ter um contacto sensível com Jesus, meter, por assim dizer, a mão nos sinais da sua Paixão, os sinais do seu amor: nos Sacramentos Ele torna-se particularmente próximo de nós, doa-se a nós. Queridos jovens, aprendei a «ver», a «encontrar» Jesus na Eucaristia, onde está presente e próximo até se fazer alimento para o nosso caminho; no Sacramento da Penitência, no qual o Senhor manifesta a sua misericórdia ao oferecer-nos sempre o seu perdão. Reconhecei e servi Jesus também nos pobres, nos doentes, nos irmãos que estão em dificuldade e precisam de ajuda.
Abri e cultivai um diálogo pessoal com Jesus Cristo, na fé. Conhecei-o mediante a leitura dos Evangelhos e do Catecismo da Igreja Católica; entrai em diálogo com Ele na oração, dai-lhe a vossa confiança: ele nunca a trairá! «Antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus» (Catecismo da Igreja Católica, n. 150). Assim podereis adquirir uma fé madura, sólida, que não estará unicamente fundada num sentimento religioso ou numa vaga recordação da catequese da vossa infância. Podereis conhecer Deus e viver autenticamente d’Ele, como o apóstolo Tomé, quando manifesta com força a sua fé em Jesus: «Meu Senhor e meu Deus!».
Amparados pela fé da Igreja para ser testemunhas
5. Naquele momento Jesus exclama: «Porque Me viste, acreditaste. Bem-aventurados os que, sem terem visto, acreditaram!» (Jo 20, 29). Ele pensa no caminho da Igreja, fundada sobre a fé das testemunhas oculares: os Apóstolos. Compreendemos então que a nossa fé pessoal em Cristo, nascida do diálogo com Ele, está ligada à fé da Igreja: não somos crentes isolados, mas, pelo Baptismo, somos membros desta grande família, e é a fé professada pela Igreja que dá segurança à nossa fé pessoal. O credo que proclamamos na Missa dominical protege-nos precisamente do perigo de crer num Deus que não é o que Jesus nos revelou: «Cada crente é, assim, um elo na grande cadeia dos crentes. Não posso crer sem ser motivado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo também para guiar os outros na fé» (Catecismo da Igreja Católica, n. 166). Agradeçamos sempre ao Senhor pelo dom da Igreja; ela faz-nos progredir com segurança na fé, que nos dá a vida verdadeira (cf. Jo 20, 31).
Na história da Igreja, os santos e os mártires hauriram da Cruz gloriosa de Cristo a força para serem fiéis a Deus até à doação de si mesmos; na fé encontraram a força para vencer as próprias debilidades e superar qualquer adversidade. De facto, como diz o apóstolo João, «Quem é que vence o mundo senão aquele que crê que Jesus é Filho de Deus?» (1 Jo 5, 5). E a vitória que nasce da fé é a do amor. Quantos cristãos foram e são um testemunho vivo da força da fé que se exprime na caridade; foram artífices de paz, promotores de justiça, animadores de um mundo mais humano, um mundo segundo Deus; comprometeram-se nos vários âmbitos da vida social, com competência e profissionalidade, contribuindo de modo eficaz para o bem de todos. A caridade que brota da fé levou-os a dar um testemunho muito concreto, nas acções e nas palavras: Cristo não é um bem só para nós próprios, é o bem mais precioso que temos para partilhar com os outros. Na era da globalização, sede testemunhas da esperança cristã em todo o mundo: são muitos os que desejam receber esta esperança! Diante do sepulcro do amigo Lázaro, morto havia quatro dias, Jesus, antes de o chamar de novo à vida, disse à sua irmã Marta: «Se acreditasses, verias a glória de Deus» (cf. Jo 11, 40). Também vós, se acreditardes, se souberdes viver e testemunhar a vossa fé todos os dias, tornar-vos-eis instrumentos para fazer reencontrar a outros jovens como vós o sentido e a alegria da vida, que nasce do encontro com Cristo!
Rumo à Jornada Mundial de Madrid
6. Queridos amigos, renovo-vos o convite a ir à Jornada Mundial da Juventude a Madrid. É com profunda alegria que espero cada um de vós pessoalmente: Cristo quer tornar-vos firmes na fé através a Igreja. A opção de crer em Cristo e de O seguir não é fácil; é dificultada pelas nossas infidelidades pessoais e por tantas vozes que indicam caminhos mais fáceis. Não vos deixeis desencorajar, procurai antes o apoio da Comunidade cristã, o apoio da Igreja! Ao longo deste ano preparai-vos intensamente para o encontro de Madrid com os vossos Bispos, os vossos sacerdotes e os responsáveis da pastoral juvenil nas dioceses, nas comunidades paroquiais, nas associações e nos movimentos. A qualidade do nosso encontro dependerá sobretudo da preparação espiritual, da oração, da escuta comum da Palavra de Deus e do apoio recíproco.
Amados jovens, a Igreja conta convosco! Precisa da vossa fé viva, da vossa caridade e do dinamismo da vossa esperança. A vossa presença renova a Igreja, rejuvenesce-a e confere-lhe renovado impulso. Por isso as Jornadas Mundiais da Juventude são uma graça não só para vós, mas para todo o Povo de Deus. A Igreja na Espanha está a preparar-se activamente para vos receber e para viver juntos a experiência jubilosa da fé. Agradeço às dioceses, às paróquias, aos santuários, às comunidades religiosas, às associações e aos movimentos eclesiais, que trabalham com generosidade na preparação deste acontecimento. O Senhor não deixará de os abençoar. A Virgem Maria acompanhe este caminho de preparação. Ela, ao anúncio do Anjo, acolheu com fé a Palavra de Deus; com fé consentiu a obra que Deus estava a realizar nela. Pronunciando o seu «fiat», o seu «sim», recebeu o dom de uma caridade imensa, que a levou a doar-se totalmente a Deus. Interceda por cada um e cada uma de vós, para que na próxima Jornada Mundial possais crescer na fé e no amor. Garanto-vos a minha recordação paterna na oração e abençoo-vos de coração.
Vaticano, 6 de Agosto de 2010, Festa da Transfiguração do Senhor.

BENEDICTUS PP. XVI


Fonte: site do vatino

Clero da Diocese de Penedo

01. Mons. Afrânio Pinheiro Bezerra
Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Rua São Cristóvão, s/n – Primavera - Caixa Postal: 132  57.304-400 - Arapiraca AL
Nasc.: 03.08.1935 – Ord.: 01.02.1970

02. Mons. Aldo de Melo Brandão
Pároco Emérito da Paróquia N. Senhora do Bom Conselho
Residencial Ouro Verde – Quadra F – Nº 01 - Bairro Arnon de Melo
57.300-000 – Arapiraca – AL
Nasc.: 09.01.1927 – Ord.: 22.11.1954

03. Pe. Alex Sandro dos S. Oliveira
Vigário Paroquial de N. Senhora do Ó (São Miguel dos Campos)
Praça Pe. Júlio Albuquerque, 110  57.240-000 - S. M. dos Campos - AL
Nasc.: 30.08.1980 - Ord.: 18.06.2009

04. Pe. Ânderson de Alencar Menezes, SDB
Prefeito de Estudos  Seminário Nossa Senhora da Assunção
Av. Dom Antônio Brandão, 559 – Farol – Caixa Postal 186  57.020-970 – Maceió – AL
Nasc.: 14.04.1973 - Ord.: 04.01.2003

05. Pe. Antenor Montenegro Júnior
Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima
Praça N. Senhora das Graças, 56  57.240-000 - São Miguel dos Campos / AL
Nasc.: 11.05.1974 - Ord.: 12.12.2002

06. Pe. Antônio Lopes Fonseca
Pároco da Paróquia N. Senhora da Conceição
Praça Castro Azevedo, 10 – Centro - Caixa Postal: 14  57.230-000 - Coruripe - AL
Nasc.: 21.03.1976 - Ord.: 12.12.2002

07. Pe. Antônio Vivaldo O. Lima
Pároco da Paróquia N. Senhora da Penha
Casa Paroquial  57.275-000 - São Sebastião – AL
Nasc.: 09.10.1968 – Ord.: 10.11.1994

08. Frei Arnaldo Motta e Sá
Pároco da Paróquia São João Batista
Praça Frei Clemente, 13 – Centro  57.280-000 - Igreja Nova – AL
Nasc.: 23.03.1930 - Ord.: 21.12.1957

09. Pe. Bartolomeu E. Rodrigues
Administrador Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Povoado Cana Brava, 04  57.275-000 - São Sebastião – AL
Nasc.: 24.08.1967 - Ord.: 04.08.2000


10. Benedikt Lennartz
Sem provisão canônica.

11. Pe. Bógdan Zdzislaw Górka, S.V.D.
Paróquia N. Senhora da Conceição
Rua da Matriz, s/n – Centro  57.290-000 - Porto Real do Colégio - AL
Nasc.: - Ord.:

12. Pe. Cícero Batista da Silva
Vigário Paroquial Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho
Largo Dom Fernando Gomes, S/N – Centro  57.300-290 – Arapiraca - AL
Nasc.: 25/10/1980 - Ord.: 24.03.2011

13. Pe. Cícero Cavalcante dos Anjos
Pároco da Paróquia N. Senhora do Perpétuo Socorro
Rua do Comércio, s/n  57.670-000 - Maribondo – AL
Nasc.: 04.06.1951 - Ord.: 18.12.1987

14. Pe. Cristiano Firmino Nóia
Pároco da Paróquia de São Francisco de Borja
Rua Cel. Pedro de Góis, 44 – Centro  57.210-000 - Piaçabuçu - AL
Nasc.: 13.01.1976 - Ord.: 15.09.2005

15. Pe. Daniel do Nascimento Santos
Administrador Paroquial da Paróquia de Santa Luzia
Praça Santa Luzia, s/n - Santa Luzia  57.200-000 - Penedo – AL
Nasc.: 10.12.1979 – Ord.: 24.03.2006

16. Pe. Edenilton Duarte
Loteamento João Paulo II, 172 – Centro - Caixa Postal 93  57200-000 – Penedo - AL

17. Pe. Edílson Duarte
Sem provisão canônica.

18. Pe. Edinaldo Batista dos Santos
Vigário Paroquial (Paróquia Santo Antonio)
Trav. Leite Neto, s/n - Bairro Cacimbas  57.304-520 - Arapiraca - AL
Nasc.: 23/04/1973 - Ord.: 24.03.2006

19. Pe. Edinaldo da Silva Santos
Vigário Paroquial da Paróquia N. Senhora da Conceição
Praça Castro Azevedo, 10 – Centro - Caixa Postal: 14  57.230-000 - Coruripe - AL
Nasc.: 27/05/1981 – Ord.: 24.03.2011

20. Pe. Edson Lira
Pároco da Paróquia Bom Jesus dos Aflitos
Rua Abraão Moura, s/n – Centro  57.250-000 - Campo Alegre – AL
Nasc.: 29.12.1966 - Ord.: 06.01.1994


21. Pe. Eduardo Alves de Freitas
Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Pilar
Rua da Igreja, 180 – Centro  57.244-000 - Jequiá da Praia - AL
Nasc.: 01.06.1977 - Ord.: 04.01.2008

22. Pe. Edvaldo Braz Cordeiro
Vigário Paroquial da Paróquia N. Senhora da Conceição
Praça Manoel Nunes, 34  57.320-000 - Craíbas – AL
Nasc.: 08.05.1975 – Ord.: 24.03.2011

23. Pe. Elias Barbosa Nunes
Vigário Paroquial da Paróquia São José
Rua Vicente Magalhães, 870 - Vila Bananeiras  57.317-400 - Arapiraca – AL
Nasc.: 01.06.1975 – Ord.: 24.03.2006

24. Pe. Elias José Benedito
Sem provisão canônica.

25. Pe. Elson Costa dos Santos
Vigário Paroquial - Paróquia N. Senhora de Guadalupe
Rua Pedro Pereira – Centro  57.265-000 - Teotônio Vilela - AL
Nasc.: 31.07.1964 - Ord.: 31.08.1995

26. Pe. Enaldo da Mota
Sem provisão canônica.

27. Pe. Epitácio F. Palmeira Júnior
Pároco da Paróquia N. Senhora do Ó
Praça Pe. Júlio Albuquerque, 110  57.240-000 - S. M. dos Campos - AL
Nasc.: 19.01.1969 - Ord.: 22.02.1995

28. Pe. Eugênio Alexandre Gomes da Silva, C. Ss. R.
Rua Marechal Hermes da Fonseca, 471 – Eldorado  57306-100 - Arapiraca – AL
Nasc.: 24.07.1975 - Profissão Religiosa: 11.02.1999 – Ord.: 09.05.2003

29. Pe. Genival Vicente Barbosa
Administrador Paróquia da Paróquia Santa Luzia
Rua Santa Luzia, 261 – Luziápolis  57.250-000 - Campo Alegre - AL
Nasc.: 26.02 - Ord.: 04.01.2008

31. Pe. Geraldo Barbosa Leite
Rua São Cristóvão, S/N – Primavera - Caixa Postal: 132  57.304-400 - Arapiraca AL
Nasc.: 22.06.1979 - Ord.: 24.03.2011

32. Pe. Geraldo Freire Soares
Rua Marechal Hermes da Fonseca, 471 – Eldorado  57306-100 - Arapiraca – AL
Nasc.: 06.01.1967 - Profissão religiosa: 11.02.1996 – Ord.: 01.07.2000


31. Pe. Gilberto Pinheiro dos Santos
Administrador Paroquial da Paróquia N. Senhora Mãe dos Homens
Rua Vereador Manoel Leri de Oliveira, 83  57.220-000 - Feliz Deserto - AL
Nasc.: 30.11.1977 - Ord.: 04.01.2008

33. Pe. Jackson do Nascimento
Pároco da Paróquia de Santa Cruz
Casa Paroquial  57.635-000 - Taquarana AL
Nasc.: 26.06.1954 - Ord.: 18.12.1983

34. Pe. Jackson Ribeiro do Nascimento
Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis
Conj. Rosete Andrade, Quadra 09, Rua 02 - Bairro Dom Constantino  57.200-000 - Penedo AL
Nasc.: 19.05.1978 - Ord.: 04.01.2008

35. Mons. José Antônio Neto
Pároco da Paróquia Santo Antônio
Travessa Leite Neto, s/n - Bairro Cacimbas  57.304-520 - Arapiraca – AL
Nasc.: 22.11.1934 - Ord.: 01.01.1964

36. Pe. José Barbosa Neto
Colégio Pio Brasileiro - Roma - Itália - Via Aurélia, 527 – 00165
Nasc. 21.02.1976 - Ord: 06.01.2004

37. Pe. José Câmara da Silva
Administrador da Paróquia de São Sebastião
Rua São José, 11 – Centro  57.630-000 - Belém - AL
Nasc.: 19.05.1964 - Ord.: 29.06.1990

38. Pe. José Ednaldo Firmino Gomes
Administrador Paroquial da Paróquia Santa Luzia
Rua Tributino Barbosa Ramos, 43  57.350-000 - Campo Grande - AL
Nasc.: 27.05.1975 - Ord.: 06.01.2004

39. Pe. José Silva de Oliveira Filho
Pároco Paróquia Nossa Senhora da Assunção
Rua Pedro Álvares Cabral, 20  57.230-000 - Pindorama - Coruripe - AL
Nasc.: 05.10.1962 - Ord.: 06.01.1994

40. Frei José Teixeira Rodrigues
Convento N. Senhora dos Anjos
Rua 07 de Setembro, 218  57.200-000 - Penedo - AL
Nasc.: 04.03.1961 – Ord.: 08.09.2001

41. Mons. José Theisen
Pároco Emérito da Paróquia N. Senhora da Conceição
Casa Paroquial - 57.320-000 - Craibas - AL
Nasc.: 16.03.1927 - Ord.: 27.07.1952


42. Pe. José Valdenice Costa da Silva
Administrador Paroquial da Par. N. Senhora Divina Pastora
Trav. Macário Barbosa, s/n – Centro  57.270-000 - Junqueiro - AL
Nasc.: 02.09.1961 - Ord.: 19.02.1990

43. Pe. Judá Barbosa Leite
Pároco da Paróquia dos Santos Joaquim e Ana
Praça Myriel Cavalcante, 100 – Centro  57.180-000 - Barra de São Miguel – AL
Nasc.: 01.09.1970 - Ord.: 10.11.1994

44. Pe. Leonídio Quirino Filho
Área Pastoral Nossa Senhora do Livramento
Rua Vereadora Maria da Costa, 197  57.246-000 - Roteiro – AL
Nasc.: 04.06.1980 - Ord.: 24.03.2011

45. Pe. Luís Cláudio Pereira
Vigário Paroquial da Paróquia de Santa Luzia
Praça Santa Luzia, s/n - Santa Luzia  57.200-000 - Penedo – AL
Nasc.: 21.05.1973 - Ord. 02.01.2010

46. Mons. Luiz Marques Barbosa
Sem provisão canônica.

47. Pe. Luiz Raimundo Amaro dos Santos
Vigário Paroquial da Paróquia São José
Rua Tancredo Neves, 98 - Alto do Cruzeiro - Caixa Postal: 79  57.312-010 - Arapiraca – AL
Nasc.: 10.09.1979 - Ord.: 24.03.2011

48. Pe. Marcelo Bastos dos Santos
Pároco da Paróquia N. Senhora da Conceição
Avenida 25 de Abril, s/n  57.340-000 - Feira Grande - AL
Nasc.: 23.09.1972 - Ord.: 18.08.2001

49. Pe. Marius Luden Bere, SVD
Paróquia N. Senhora da Conceição
Rua da Matriz, s/n – Centro  57.290-000 - Porto Real do Colégio - AL
Nasc.: 01.05.1978 - Ord.: 18.10.2007

50. Pe. Marlúcio Luís Damião
Administrador Paroquial da Paróquia N. Senhora Conceição
Rua Major Luiz Carlos, 57 – Centro  57.260-000 - Limoeiro de Anadia – AL
Nasc.: 23.09. - Ord.: 04.01.2008

51. Pe. Menete Severiano de M. Júnior
Pároco da Paróquia São José
Rua Tancredo Neves, 98 - Alto do Cruzeiro - Caixa Postal: 79  57.312-010 - Arapiraca – AL
Nasc.: 22.07.1977 - Ord.: 06.01.2004


52. Pe. Murilo dos Santos
Pároco da Paróquia N. Senhora do Bom Conselho
Largo Dom Fernando Gomes, sn – Centro  57.300-290 – Arapiraca - AL
Nasc.: 17.08.1957 - Ord.: 28.06.1986

53. Pe. Niraldo José dos Santos
Pároco da Par. N. Senhora da Piedade
Rua Dr. Fernandes Lima, 26 – Centro  57.660-000 - Anadia – AL
Nasc.: 09.01.1965 - Ord.: 11.12.1992

54. Pe. Nivaldo Barbosa Soares
Pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia
Praça Pe. Cícero, 218 – Centro  57.680-000 – Boca da Mata - AL
Nasc.: 13.02.1964 - Ord.: 13.02.1989

55. Pe. Osmar José de Souza
Vigário Paroquial Paróquia N. Senhora da Conceição
Praça Manoel Nunes, 34  57.320-000 - Craíbas – AL
Nasc.: 17.08.1977 - Ord.: 04.01.2008

56. Pe. Paulo Melo da Silva
Administrador Paroquial Paróquia N. Senhora de Guadalupe
Praça da Liberdade, s/n – Centro - Caixa Postal: 04  57.265-000 - Teotônio Vilela – AL
Nasc.: 25.07. - Ord.: 12.12.2002

57. Pe. Paulo Tadeu Lima de Melo
Não residente.
Nasc.: 07.04.1974 - Ord.: 04.01.2008

58. Pe. Pedro Lima
Pároco da Paróquia de São Brás
Rua Mons. Francisco de Assis, S/N  57.360-000 - São Brás - AL
Nasc.: 13.05.1935 - Ord.: 09.06.1977

59. Pe. Pedro Silva
Pároco da Paróquia de São Maximiliano Maria Kolbe
Rua Vicente Ferreira de Farias,290 - Centro  57.330-000 - Lagoa da Canoa - AL
Nasc.: 10.01.1952 - Ord.: 06.01.1983

60. Mons. Raimundo Gomes Nascimento
Sem provisão canônica.

61. Pe. Reginaldo Soares de Melo
Vigário Paroquial Paróquia N. Senhora do Rosário
Praça Clementino do Monte, 46 – Centro  57.200-000 - Penedo – AL
Nasc.: 15.12.1927 - Ord.: 13.04.1958


62. Frei Romoaldo Bezerra
Convento N. Senhora dos Anjos
Rua 07 de Setembro, 218  57.200-000 - Penedo - AL
Nasc.: 06.10.1961 - Ord.: 08.09.2000

63. Pe. Ronaldo Vitalino Silva
Pároco - Par. N. Senhora da Conceição
Casa Paroquial  57.360-000 - Girau do Ponciano – AL
Nasc.: 28.04.1969 - Ord.: 18.08.2001

64. Pe. Rosalvo dos Santos
Pároco da Paróquia N. Senhora do Ó
Casa Paroquial  57.370-000 - Traipu – AL
Nasc.: 03.07.1957 - Ord.: 25.01.1991

65. Pe. Samuel Ventura de Oliveira
Pároco da Paróquia N. Senhora do Rosário
57.200-000 - Penedo - AL
Nasc.: 16.12.1975 - Ord.: 02.01.2010

66. Pe. Teófilo Henrique de Lima
Administrador Paroquial da Paróquia São Benedito
Praça Antônio Pedro de Albuquerque, 56 – Centro  57.325-000 - Coité do Nóia - AL
Nasc.: 05.08.1977 - Ord.: 04.01.2008

Nossos Seminaristas


Seminaristas da Diocese de Penedo
Ano de 2011

SEMINÁRIO SANTO CURA D'ARS
Av. Muniz Falcão, s/n – Bairro São Francisco
57.607-000 – Palmeira dos Índios – AL
Fone: (82) 3420-1369


Curso Propedêutico
01. José Aparecido Santos – 22 anos – Feira Grande
02. Marivânio Barbosa Nunes– 22 anos – Craíbas
03. José Dácio dos Santos – 21 anos – Craíbas

Curso de Filosofia


04. Gênisson Melo dos Santos - (16/06/1986)
05. Natanael (Estágio)



SEMINÁRIO MARIA MATER ECCLESIAE
Caixa Postal, 111
06.850-970 – Itapecerica da Serra – SP
Fone/Fax: (11) 4667-6493

1º Ano de Filosofia

01. Diego Luiz da Silva - (10/11/1988) - São José – Arapiraca
02. Diogo dos Santos - (23/01/1990) - Piaçabuçu
03. Joseano Domingos da Silva - (13/11/1988) - Maribondo
04. Manoel Umbelino - (10/03/1983) - N. Sra. do Carmo – Arapiraca
05. Thiago Barbosa Silva Souza - (19/07/1990) - N. Sra. do Carmo – Arapiraca

2º Ano Filosofia

06. Ademir dos Santos Luz - (10/12/1981)
07. Pedro Afonso Tavares Lins - (23/06/1990) Piaçabuçu

1º Ano Teologia

08. Izaías da Silva – (17/09/1987) - Paróquia Nossa Senhora da Piedade - Anadia
09. Wanderley Washington Albuquerque Cavalcante – (07/07/1984) - Paróquia Santa Rita de Cássia - Boca da Mata

2º Ano Teologia

10. Alexandre Rafael da Silva - (07/05/1986) - Paróquia São José - Arapiraca
11. Darlan dos Santos – (25/07/1983) - Paróquia Nossa Senhora Divina Pastora - Junqueiro
12. Erick José Oliveira de Almeida – (05/04/1988) - Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Penedo
13. José dos Anjos Júnior –( 20/11/1985) - Paróquia: Santa Luzia - Penedo

14. Wellington Barbosa da Silva – (27/01/1986) - Paróquia Nossa Senhora Divina Pastora - Junqueiro

3º Ano de Teologia


15. Davi Rithe Duarte - (08/02/1987) – Paróquia Nossa Senhora Divina Pastora - Junqueiro
16. José Adeilton da Silva - (19/06/1984) - Paróquia Nossa Senhora da Assunção - Pindorama – Coruripe

17. Marcelo Sérgio da Silva - (31/07/1977) Arapiraca


SEMINÁRIO MAIOR PROVINCIAL NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO
Av. Dom Antônio Brandão, 559 – Farol – Caixa Postal 186
57.020-970 – Maceió – AL
Fone: (82) 3336-6386 / 3326-6867 (orelhão)

1º Ano Filosofia

01. Manoel Sabino Neto - (23/01/1968)

2º Ano Filosofia

02. Wanderley da Silva Costa –(05/07/1985) - Paróquia Nossa Senhora da Conceição - Porto Real do Colégio

4º Ano Teologia

03. Danilo Santos Soares - (27/12/1986) - Paróquia São José - Arapiraca